Mostrando postagens com marcador Polêmicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Polêmicas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

O Culto aos mortos



Introdução: Qualquer prática que indique contato com pessoas que já morreram pode ser considerada culto aos mortos. Além disso, as rezas em favor de pessoas mortas ou tentativa de conversar com quem já morreu, são considerados pecados pelas Escrituras. Homenagens póstumas, como levar flores aos túmulos e a Missa de sétimo dia, também são formas de cultuar mortos.
Para saber mais sobre o assunto leia o estudo ESPIRITISMO À LUZ DA BÍBLIA.

O que é o culto aos mortos?

Vamos estudar algumas características do culto aos mortos:

1- Não devemos consultar com os mortos:

Deuteronômio 18.10,11 “Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos”.
A prática de consultar os mortos já existia entre os povos vizinhos do povo de Deus. O Senhor considerou isso abominável e repreendeu ao povo para não fazer isso.
Levítico 20.27 “o homem ou mulher que sejam necromantes ou sejam feiticeiros serão mortos; serão apedrejados; o seu sangue cairá sobre eles”.
A penalidade para qualquer pessoa que consultasse mortos era se juntar a estes, ou seja, ser morto. Esta prática era chamada de necromancia (Levítico 19.31 e 20.6).

O rei Saul abandonou ao Senhor quando cometeu o pecado de ir consultar a feiticeira de Endor, pedindo que fizesse aparecer o espírito do profeta Samuel, que já havia morrido. A feiticeira foi movida por espíritos malignos enganadores (I Timóteo 4.1), também mentiu dizendo que estava vendo o que a pessoa pediu (I Samuel 28.8), além de usar de esperteza, pois percebeu ser uma emboscada do rei Saul (I Samuel 28.9). Deus condenou Saul por ter procurado a necromante (I Crônicas 10.13).
Não tente consultar os mortos!

2- Não podemos fazer nada pelos mortos:

Levítico 19.28 “Pelos mortos não ferireis a vossa carne; nem fareis marca nenhuma sobre vós. Eu sou o SENHOR”.
Entre os povos pagão existia o costume de se ferir em homenagem aos mortos, ou como um ato de tristeza quando um ente querido falecia. Também já existiam espécies de tatuagens, que eram marcas com fogo ou pinturas feitas para homenagear pessoas que já morreram. Estas práticas associadas a necromancia também foram condenadas por Deus.
Outra prática em homenagem aos mortos, já no tempo do Novo Testamento era o batismo pelos mortos: “doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos?” (I Coríntios 15.29). Com este ato, alguém se batizava representando outra pessoa que já morreu. Neste versículo, o apóstolo Paulo não defende esta prática que pode ser recusada com base na Palavra de Deus. Ninguém pode promover a salvação para outra pessoa que já morreu.

Hebreus 9.27 “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo”.
Após a morte da pessoa, a única coisa que lhe aguarda é o Juízo final. Se a pessoa se converteu a Jesus então recebe a salvação (João 5.24) e aguarda a ressurreição dos mortos (João 5.28). Já quem não acreditou em Jesus aguarda juízo final (João 5.29).
Não há nada que se possa fazer pelos mortos!

3- Os mortos não podem se comunicar com os vivos:

Eclesiastes 9.5,6 “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento”.
Um grande engano é pensar que os mortos podem se comunicar com os vivos, porque “para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol (Eclesiastes 9.6). Satanás se transfigura como se fosse anjo de luz, para enganar (II Coríntios 11.14). Portanto quando aparece uma pessoa morta, na verdade é o diabo imitando e iludindo com suas mentiras.
Os mortos não conseguem mandar mensagens para os vivos. Isso é mentira do diabo. Tudo que uma pessoa puder fazer deve ser enquanto estiver viva, pois depois que morrer não poderá fazer mais nada (Eclesiastes 9.10). Os mortos também não podem nos abençoar (Salmos 115.17) nem mesmo interceder por nós (I Timóteo 2.5).

Jesus contou a parábola sobre o rico e o mendigo Lázaro que morreram mostrando que os mortos não podem se comunicar com os vivos porque “está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós” (Lucas 16.26). Deus é quem colocou este limite que impossibilita a comunicação entre vivos e mortos.
Não há nada que os mortos possam fazer pelos vivos!

Não cultue os mortos!

-CONCLUSÃOMateus 22.32 “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos”.
A fé cristã ensina a única forma de haver vida após a morte é a ressurreição dos mortos, que um dia reviverão em seus próprios corpos restaurados para a salvação eterna ou então para serem julgados (Apocalipse 20.1-6). Qualquer outro tipo de ensino que mostre a comunicação entre vivos e mortos é baseada em mentiras de demônios.

Os mortos não devem ser cultuados!

Símbolos da Páscoa



Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. Por isso, a Páscoa deve ser considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, celebrada dignamente com alegria. 
   Uma forma de celebrar, no sentido de 'se lembrar' é através dos símbolos que tê uma função didática de ensinar e recordar fatos impostantes. Contudo precisamos tomar cuidado para não usar símbolos errados ou de forma incorreta.
   Infelizmente, esta data na maioria das vezes, é lembrada pelas famílias, inclusive cristãs, apenas pela distribuição de coelhos e ovos de chocolate, ou porque desconhecem o seu verdadeiro significado bíblico, ou porque preferem fazer-se de “inocentes”, a fim de evitarem maiores conflitos com os filhos, amigos ou familiares, que sempre insistem em dizer: “não há nenhum problema...”; “são apenas símbolos inocentes...”; “afinal de contas, todos praticam desta forma...”.

 Você conhece os símbolos da páscoa?

Vejamos os símbolos falsos, os adaptados e os verdadeiros símbolos da páscoa:

I - A PÁSCOA E SEUS PSEUDO-SÍMBOLOS (falsos)

a) Ovos de chocolate

De todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças.
Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida. Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.
Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pela igreja católica, no século XVIII. A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma. Com o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra o consumo de ovos de chocolate aumentou.

b) O coelho

Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.
Historiadores retratam o surgimento do coelho como símbolo a partir de festividades praticadas anualmente pelos egípcios no início da primavera, que utilizavam o animal como representação de nascimento e nova vida.

Ao longo da história observamos que o coelho passou a ocupar o status de símbolo máximo na festa da Páscoa, em detrimento daquele que deveria estar no centro das atenções, Jesus Cristo, o CORDEIRO de Deus. Vale lembrar que no Antigo Testamento bíblico, o coelho era tido como animal impuro (Levítico 11.26).

c) A quaresmeira

Muito representada pelas flores roxas chamadas quaresmeira que são comuns neste período.
A palavra Quaresma vem do Latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a Ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.
Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para jejum especialmente de carne como lembrança dos quarenta dias de jejum de Jesus no deserto.

II - A PÁSCOA E SEUS PROTO-SÍMBOLOS (adaptações)

a) GIRASSOL

Outro símbolo da páscoa é o girassol. Para o girassol sobreviver, ele precisa ter a sua corola voltada para o sol, do nascente ao poente. O girassol sempre acompanha o percurso do sol. Ele precisa da sua luz.
O símbolo do girassol nos quer ensinar que devemos estar voltados para o Senhor e viver conforme o seu exemplo. Assim como o girassol sempre está voltado para o sol, nós podemos estar sempre vivendo conforme a vontade de Cristo.

b) Colomba Pascal

O bolo em forma de "pomba da paz" significa a vinda do Espírito Santo que aconteceu depois da páscoa.
Diz uma lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.

c) Ovo cozido ou frito

Há muito tempo as pessoas davam ovos de verdade, pois os cristãos trocavam alimentos como presentes. O ovo escondeu uma nova vida dentro dele, assim como o sepulcro de Jesus ocultava uma VIDA NOVA que apareceu na noite pascal. A vida está intimamente ligada ao ovo, sendo grande parte dos seres provenientes de um ovo fecundado (óvulo).

d) O Peixe

De mesma forma, se usou o peixe, que era um alimento, pescado no Mar da Galiléia. Os cristãos eram perseguidos pelos romanos e pelos judeus e o ovo e o peixe se tornaram um símbolo para eles se comunicarem e se identificarem.

e) A borboleta

A borboleta também é um símbolo devido as suas diversas fases de transformação, desde os primeiros estágios dos ovos, larvas, casulo e, enfim, uma borboleta com cores vivas e livre para voar. Assim serve como figura para lembrar a ressurreição.

f) A pipoca

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.

III - A PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS VERDADEIROS

a) CORDEIRO

O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre Deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro.
Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: "morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida". É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.
Não é mais preciso tingir os umbrais das portas com o sangue do cordeiro, (Êxodo 12), mas Cristo mesmo se dá em pão e vinho, na Santa Ceia, (Lucas 22,14) apagando os pecados daqueles que o buscam e o adoram (João 1.29).

b) PÃO E VINHO

O pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.
A instituição da Ceia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei, este é o meu corpo... Este é o meu sangue...". O Senhor "instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte, confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que se come Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos é dado um penhor da glória futura".
A páscoa judaica lembra a passagem dos judeus pelo mar vermelho, em busca da liberdade.
Hoje, comemoramos a páscoa lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição (Mateus 26.26).

c) Cruz vazia ou túmulo vazio

 Para os cristãos a cruz vazia não é adorno ou objeto de adoração mas um símbolo da morte e principalmente da RESSURREIÇÃO de Jesus. Da mesma maneira a figura de um túmulo aberto e vazio é usada para representar isso.

-CONCLUSÃO:

Mas, como agir com nossos filhos, que estão inseridos numa cultura que quase sempre valoriza apenas o imediato? Como podemos nos posicionar contra um valor, muitas vezes alimentado pela nossa sociedade, que não tem nada a ver com os valores cristãos?
Amados, se temos a consciência de que ovos e coelhos de chocolate nada têm a ver com a celebração da Páscoa, como homens e mulheres de Deus temos que nos posicionar incutindo a verdade nos corações dos nossos filhos. É claro que precisamos agir com sabedoria perante os familiares que não conhecem a Palavra de Deus, que em momentos assim presenteiam os nossos filhos, com a melhor das intenções.
Outro lugar onde a pressão é grande sobre os nossos filhos é na escola, através dos amigos e até mesmo dos professores. Sendo assim, se necessário for, dê a eles uma barra de chocolate para que saciem sua vontade. Uma coisa é ganharmos algo dado com carinho por alguém que não possui o entendimento bíblico e outra é nós mesmos nos tornarmos cúmplices e propagadores de uma mentira como se fosse verdade (Isaías 5.20,21), vivendo uma vida de faz-de-conta!