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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Não se de por vencido antes de chegar ao fim



Possa ser que diante de alguns trechos do seu caminho você se depare com algumas curvas fechadas, com algumas ladeiras, trajetos pedregosos, chuvas e ventanias, mas isso não quer dizer que você não vai conseguir cumprir o seu percurso. Por mais difícil que uma situação seja, por mais complicado que possa está um contexto que você está vivenciando, por mais obstáculos que surjam além do que você esperava, ainda assim, o caminho não será impossível de ser trilhado, nem sua vitória impossível de ser alcançada. Alguns contratempos parecem muito maiores do que são, ou até mesmo são imensos, extensos, demorados, mas não serão jamais maiores do que o potencial da tua força, por isso siga em frente, enfrente cada batalha, ultrapasse cada curva, escala cada pedra ou penhasco que for necessário, supere cada obstáculo, só não desista antes de tentar todas as suas possibilidades, e nem deixe de persistir até o final do trajeto, pois a vitória é sempre o resultado para quem não se acovarda diante das limitações e das dificuldades.


A palavra para hoje é LUTE!

Se houver dúvidas pergunte a Deus



Quando o caminho oferece oportunidades novas, quando apresenta riscos de contratempos ou de fracassos, ou ainda, quando nos confronta com situações imprevistas e problemáticas, a gente precisa enfrentar as circunstâncias, e inevitavelmente tomar decisões para agirmos conforme a melhor postura e resolução. Todavia, diante de algumas situações o contexto vivenciando se apresenta mais complicado do que outras experiências que já tivemos, e assim ficamos incertos sobre qual decisão tomar, qual estratégia usar, qual caminho escolher. Porém, quando não enxergamos a luz em meio a um cenário nublado, quando não temos a resposta, quando nos falta a certeza, quando não conseguimos imaginar a saída, nem o percurso a se seguir, é preciso conter a euforia, a insegurança, o medo, a angustia e ansiedade, e ouvir o próprio coração, naquela conexão direta com os céus, numa prece sincera e confiante a Deus, pedindo a Ele o discernimento necessário para identificar a melhor decisão a ser tomada, o melhor caminho a ser trilhado, a atitude mais correta a ser adotada. Quando o mundo não responde nossas perguntas, apenas Deus consegue nos direcionar até a resposta certa.


A palavra para hoje é CREIA!

Há sempre um motivo para contentar-se e agradecer



E por mais que tenhamos dias pesados, problemas imprevistos, desafios inesperados, e limitações desmotivadoras, teremos sempre motivos para nos alegrarmos, para nos inspirarmos, para relembrarmos o quanto já fomos agraciados por bençãos, conquistas, superações e vitórias. Dias ruins, situações difíceis, resultados insatisfatórios, relações conflituosas, são fases ou momentos vividos por todos nós, e não há como evitar vivê-los. Mas apesar dos contratempos diários, das impossibilidades cotidianas, das decepções e sofrimentos, viver exige ânimo, entusiasmo, otimismo, positividade, e os dias pesados requer de nós mais que lamentações, mais que pessimismo, mais que pensamentos negativos e revoltas. Não dá para mudar resultados e circunstâncias com tristeza, desânimo, reclamações e preguiça. E sabendo que nessa vida tudo passa, que nenhum problema dura para sempre, devemos então resignar diante das inconstâncias do nosso caminho, e nos posicionarmos como gratos, satisfeitos pelas coisas boas que já alcançamos, contentados com as oportunidades e possibilidades que já tivemos, agradecidos pela chance de mais um dia, de mais um ano, pela nossa família, amigos, pelo nosso lar, trabalho, por Deus em nossa vida. Uma dificuldade, um fracasso, decepção ou limitação não pode matar a nossa gratidão pelo que já temos, e nem impedir o nosso entusiasmo e inspiração diante dos dias nublados.



A palavra para hoje é MOTIVE-SE!

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Reflexão - Normal e anormal

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Normal e Anormal

O que é normal? O que é anormal? Quem vai fazer a diferença entre o normal e o anormal? Quem vai preparar a lista do que é normal? Quem vai preparar a lista do que é anormal? Precisamos mesmo dessas listas?
O normal é aquilo que gostamos de fazer? O normal é aquilo que os formadores de opiniões dizem que é? O normal é aquilo que a mídia espalha? O normal é aquilo que a sociedade aprova? O normal é aquilo que o governo oficializa? O normal é aquilo que a Igreja tolera?
É normal engravidar uma adolescente que mal saiu da puberdade? É normal gerar filhos sem a proteção de um lar? É normal abandonar o esposo ou a esposa por causa de outro homem ou de outra mulher? É normal deixar o filhinho só com a mãe ou só com o pai, depois da separação?
É normal seduzir um homem casado ou solteiro e levá-lo para cama? É normal violentar uma mulher casada ou solteira? É normal abusar sexualmente de uma criança, maltratando-a para sempre? É normal deixar o homem o contato natural de mulher e se inflamar com outro homem? É normal deixar a mulher o contato natural do homem e se inflamar com outra mulher? É normal o casamento de homem com homem e de mulher com mulher?
É normal o porte individual de armas de fogo? É normal o crime organizado? É normal a matança organizada? É normal o ódio? É normal a vingança? É normal deixar livre o criminoso de colarinho branco e pôr na cadeia o ladrão de galinha? É normal deixar livre o assassino e pôr na cadeia aquele que maltratou um animal ou derrubou uma árvore?
É normal a concentração de riquezas? É normal a concentração de pobreza? É normal a política econômica do “salve-se quem puder”? É normal os bloqueios econômicos? É normal o imperialismo? É normal a lentidão da reforma agrária? É normal a construção de favelas? É normal morar debaixo da ponte e das marquises?
É normal o consumismo? É normal o desperdício? É normal a proliferação de médicos na orla marítima e nas grandes cidades em detrimento do interior pobre e das nações pobres?
É normal a mentira? É normal a calúnia? É normal a exploração sensacionalista da vida privada? É normal a tortura? É normal a ditadura? É normal a opressão? É normal a discriminação social, política, racial e religiosa? É normal o fanatismo religioso?
No texto lido não existem afirmativas. Só perguntas. Cinqüenta perguntas ao todo. Responda você mesmo. Uma por uma. Vai ser um exercício formidável de avaliação. E de introspecção.
Lembre-se que Deus usa muitas vezes esse método. Ele perguntou a Adão: “Onde estás?” “Quem te fez saber que estavas nu?” “Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses” (Gênesis 3.9-11).
Deus perguntou a Caim: “Por que andas irado?” “Onde está Abel, teu irmão?” “Que fizeste” (Gênesis 4.6-10).
Deus perguntou ao profeta Elias: “Que fazes aqui, Elias?” (1º Reis 19.9).
Deus perguntou ao profeta Jonas: “É razoável essa tua ira?” (Jonas 4.4).
Jesus perguntou à mulher adúltera: “Onde estão aqueles teus acusadores?” “Ninguém te condenou?” (João 8.10).
Jesus perguntou a Saulo de Tarso: “Saulo, Saulo, por que me persegues” (Atos 9.4).
Deus quer que você pense e avalie o que é normal e o que é anormal!

A Bíblia diz: (João 8.31-32"Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará".

Reflexão - Deus com "d" Minúsculo

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Deus com "d" Minúsculo

Quando o sapato aperta, a gente vai em busca de um sapato maior. A gente vai em busca de um novo momento na vida. De uma resolução de conflitos e de respostas para perguntas.
Só que queremos mergulhar, no presumível mundo mágico da resposta pronta e descomprometida. Desejamos a resolução do conflito, mas sem dor e sem compromisso. E é justamente isso que muitos caminhos religiosos maquiados oferecem: “Formule a sua pergunta, extravase a sua dor, pague a sua consulta e ganhe a sua resposta da divindade”.
E assim a gente parte para a vida, até a próxima vez, com essa grande mentira, iludidos e enganados. Sem mudanças e sem compromissos. O triste é quando as próprias Igrejas se transformam nessas centrais de atendimento a oferecer inexistentes caminhos mágicos.
O verdadeiro cristão não vende respostas fáceis, nem aponta para caminhos prontos. Ele entra em contato com suas perguntas mais profundas e conversa com Deus a partir de suas dúvidas e necessidades, sem que elas magicamente venham desaparecer. E este é um privilégio dos íntimos. O privilégio do relacionamento. O privilégio na caminhada da ausência de respostas prontas.
Às vezes pensamos que íntimo é aquele que consegue o que quer. A verdade, porém, é que intimidade não é uma questão de coisas, mas sim, uma questão de relacionamento. Um relacionamento transparente, que vive o encontro com o outro e com a própria realidade.
À medida que o nosso relacionamento se dá em torno de coisas, ele é superficial. Ele é coisificado, quantitativo. Mas quando o relacionamento é real, ele visa o encontro e o outro. E é assim que Deus nos vê, e é assim que Ele quer que nos relacionemos com Ele.
Muitas vezes, nos caminhos espirituais de hoje, se quer caminhar pelas veredas fáceis: “Peça com força que Deus lhe dará, faça uma oração forte e Deus irá te atender. Se Ele não der é porque você não está pedindo com fé”.
Caminho enganoso! Caminho superficial! Caminho mundano que valoriza a coisa, que valoriza a conquista, que valoriza o forte. Caminho errado que nos diz que os espiritualmente fortes e saudáveis é que ganham as coisas, e que os que conseguem manipular a divindade são os vitoriosos. Puro engano!
Enquanto o nosso relacionamento com Deus for construído em torno de aparentes conquistas, aparentes vitórias e de coisas, este caminho será sempre superficial. Será um relacionamento com um deus com “d” minúsculo.
E não é isso que Deus quer de nós. Deus quer ter um relacionamento profundo, Deus quer ter um relacionamento íntimo, um relacionamento saudável e um relacionamento sobrenatural com você. Um relacionamento com compromisso e submissão à voz de Deus.

A Bíblia diz: (Salmos 29.3-4"Ouve-se a voz do SENHOR sobre as águas; troveja o Deus da glória; o SENHOR está sobre as muitas águas. A voz do SENHOR é poderosa; a voz do SENHOR é cheia de majestade".

Reflexão - De Raça Infame para Raça Eleita

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De Raça Infame para Raça Eleita

 que raça você pertence? Não estou falando da raça branca, negra, amarela ou vermelha. Deixe de lado esta classificação original. Esqueça também a classificação mais ampla, que inclui as raças africana, ameríndia, asiática, australiana, européia, indiana, melanésia, micronésia e polinésia. O caso aqui é outro bem diferente. Muito mais sério e muito mais profundo.
O que interessa é o grupo a que você pertence debaixo da perspectiva do relacionamento com Deus.
Se você se der ao trabalho de localizar a palavra “raça” nas Escrituras Sagradas, você encontrará as expressões: raça infame (Jó 30.8), raça malvada (Jeremias 8.3) e raça de víboras (Mateus 3.7; 12.34 e 23.33). Esta última foi usada por João Batista e por Jesus, sempre dirigida às pessoas fingidas.
Mas existe outra “raça” mencionada na Bíblia, bem mais amena. Chama-se “raça eleita” e aparece numa das Cartas do Apóstolo Pedro, onde ele diz: “Vós sois raça eleita” (1ª Pedro 2.9).
A raça eleita é aquela que congrega os que saíram convertidos da raça infame, da raça malvada e da raça de víboras.
A raça eleita forma o “povo de propriedade exclusiva de Deus” e têm o compromisso específico de proclamar as virtudes de Jesus Cristo, que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz!
Desta forma podemos concluir que, dentro da perspectiva do relacionamento com Deus, existe apenas duas categorias de raças: a raça infame, e a raça eleita.
A que raça você pertence?
A Bíblia diz: (1ª Pedro 2.9-10"Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia".

Reflexão - A Plenitude da Saudade

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A Plenitude da Saudade

A saudade é uma sensação dolorida, fácil de alimentar e difícil de rejeitar. É ao mesmo tempo gostosa e dolorosa, proveitosa e perniciosa. Em alguns casos, ela cura. Em outros, ela mata.
A plenitude da saudade não é a saudade de entes queridos, como a saudade que Jacó tinha da casa de seu pai, depois de vinte anos longe (Gênesis 31.30).
A plenitude da saudade não é a saudade de casais que estão momentaneamente separados (Cantares 7.10).
A plenitude da saudade não é a saudade que o pastor tem de suas ovelhas queridas, como a do Apóstolo Paulo e a de Epafrodito em relação a Igreja dos Filipos (Filipenses 1.8; 2.26).
A plenitude da saudade não é a saudade da pátria amada, como a saudade insuportável daqueles que estavam exilados na Babilônia tinham de Israel (Jeremias 22.27), a ponto de dependurar suas harpas nos salgueiros que lá havia e se negarem a entoar o canto do Senhor em terra estranha (Salmos 137.1-6).
A plenitude da saudade não é a saudade histórica, não é a saudade de um tempo que já se foi para sempre, não é a saudade de um passado mais alegre, mais feliz, mais tranqüilo. Não é a saudade da situação anterior à perda de todos os bens de uma hora para outra, não é a saudade anterior à morte dos filhos, anterior à doença, anterior à desgraça, como aconteceu com Jó. Pois por mais dolorosa que seja a saudade descrita pelo homem da terra de Uz (Jó 29.1-25), na qual ele confessa com sofrimento a situação presente comparando-a com a situação passada, essa ainda não é a plenitude da saudade.
A plenitude da saudade é aquela saudade espiritual, é aquela saudade estranha, é aquela saudade de Deus escondida nossos corações. É a saudade mais remota, mais generalizada, mais natural, mais constante. É a saudade mais duradoura, mais bela e também a mais incômoda.
Essa saudade está apegada à alma de todos os seres humanos, em todos os lugares e em todos os tempos. Felizes são aqueles que não a negam e nem a rejeitam. É esta saudade que provoca aquela sede incontida de Deus, como revela o salmista: “Eu tenho sede de Ti, oh Deus vivo! Quando poderei ir adorar na tua presença?” (Salmos 42.2).
O homem é religioso só por causa da plenitude da saudade. Movimento algum, filosofia alguma, ideologia alguma, poder algum, nação alguma não, têm conseguido destruir o sentimento espiritual em tempo algum por causa dessa maravilhosa saudade de Deus, arraigada, empreguinada, no mais interior do ser humano, desde a sua criação à imagem e semelhança do Todo-Poderoso.
Saudade esta que só é suprida pela pessoa de Jesus Cristo em todo coração que O recebe como Senhor e como Salvador. Esta sim, é a Plenitude da Saudade. A saudade que todo o ser humano sente de Deus.
A Bíblia diz: (Salmos 63.1"Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água".

reflexão - Os direitos de Deus

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Os Direitos de Deus

Hoje em dia se fala muito sobre os direitos humanos, os direitos do homem. E muito pouco ou quase nada, sobre os direitos de Deus. Por incrível que pareça, os direitos do homem estão afastando os direitos de Deus.
Um dos direitos de Deus é escolher quem Ele quiser e para o que Ele quiser. Até para salvar da doença, da morte física e da morte eterna. Deus é quem escolhe os agraciados. Daí a necessidade de o homem se confessar totalmente dependente da misericórdia divina.
Se Moisés teve o direito de escolher os seus próprios auxiliares (Êxodo 18.25), se Josué teve o direito de escolher um homem de cada tribo para retirar doze pedras do rio Jordão para ficarem por memorial (Josué 4.4), se o rei Saul teve o direito de escolher três mil homens de Israel para formar o seu exército (1º Samuel 13.2). Por que Deus não teria o direito de escolher os que hão de ser salvos e os que hão de ser enviados?
A soberania de Deus é uma tradição histórica. Entre os muitos povos, Deus escolheu Israel. Entre as doze tribos de Israel, Deus escolheu a tribo de Judá.
Entre as cidades de Israel, Deus escolheu a cidade de Jerusalém. Entre os oito filhos de Jessé, Deus escolheu a Davi. Entre os muitos filhos de Davi, Deus escolheu Salomão.
Entre as muitas viúvas necessitadas quando o céu se fechou no tempo de Elias, Deus escolheu apenas a viúva de Sarepta para abastecer a sua despensa (Lucas 4.25-26). Entre os muitos leprosos existentes em Israel nos dias de Eliseu, Deus escolheu apenas Naamã, que não era israelita, para ser curado da lepra (Lucas 4.27). Entre centenas de opositores e perseguidores, Deus escolheu Saulo para levar o nome de Jesus perante reis e magistrados (Atos 9.15).
Entre bilhões de pecadores aqui e acolá, Deus escolheu alguns para lhes abrir o coração e, como conseqüência, aceitarem plenamente o Evangelho (Efésios 1.3-5; 2ª Tessalonicenses 2.13-14).
A soberania de Deus é uma doutrina, como está registrado na Carta aos Romanos 9.15“Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia, e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão”.
Diante deste fato, é melhor que respeitemos os direitos de Deus.
A Bíblia diz: (Romanos 9.20-21"Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?".

reflexão - Culto sem Solenidade e Solenidade sem Culto

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Culto sem Solenidade e Solenidade sem Culto

Tudo era feito com muita solenidade na antiga aliança. Havia reuniões solenes (Números 29.35; Lamentações 1.4), assembléias solenes (Joel 1.14), festividades solenes (Zacarias 8.19), juramentos solenes (Ezequiel 21.23) e descanso solene (Levítico 23.3,39).
Foi “solenemente” que Josué designou as seis cidades de refúgio para abrigar os homicidas envolvidos em acidentes que provocavam mortes (Josué 20.7). Fala-se até da “solenidade da harpa” no Salmos 92.3.
Não era falta de solenidade bater palmas (Salmos 47.1) e até dançar em ocasiões de intensa alegria e gratidão ao Senhor (Salmos 150.4; Jeremias 31.4), como fizeram Miriã (Êxodo 15.20-21), a filha de Jefté (Juízes 11.34) e o próprio rei Davi (2º Samuel 6.14).
Também não era falta de solenidade usar outros instrumentos musicais que não fosse a harpa, como trombetas, pandeiros e pratos sonoros (Salmos 150.3-5).
Na antiga aliança a liturgia era pesadíssima. Existia vestes litúrgicas, posições litúrgicas, ambientes litúrgicos, sacrifícios litúrgicos, comemorações litúrgicas e etc. O auge da solenidade envolvia o Santo dos Santos, aquele lugar tremendamente sagrado do Tabernáculo móvel e do Templo de Jerusalém, onde estava a Arca do Senhor, no interior do qual ninguém podia entrar, exceto o Sumo Sacerdote do ano, apenas no grande dia da expiação, e assim mesmo depois de ter feito a purificação de seus pecados, dos pecados de sua família e dos pecados de todo o povo.
Essa solenidade toda tinha o propósito de acentuar duas coisas ao mesmo tempo: a santidade absoluta de Deus e a pecaminosidade absoluta do homem.
Com o sacrifício de Jesus, o véu que separava o Lugar Santo do Lugar ainda mais Santo, rasgou-se de alto a baixo e o Santo dos Santos ficou a descoberto (Mateus 27.51).
Deus continua absolutamente santo e o ser humano absolutamente pecador, mas a cruz tornou possível ao homem o acesso à presença de Deus. Jesus é o “novo e vivo caminho” que nos conduz ao Pai (Hebreus 10.20).
Hoje em dia não se encontra na nova aliança liturgias em excesso. O culto se tornou mais leve e mais livre, quem sabe até mais informal, embora não menos rígido quanto à santidade do cristão, à semelhança do seu Senhor. O “sede santos porque Eu sou Santo” do Antigo Testamento (Levítico 11.44-45) foi trazido também para o Novo Testamento (1ª Pedro 1.16). Basta lembrar da morte de súbita de Ananias e Safira (Atos 5.1-11), mostrando que o acentuado temor do Senhor precisa ser cultivado agora como o foi no passado.
Na antiga aliança, a grande tentação era a solenidade sem culto. Na nova aliança, a grande tentação é o culto sem solenidade. Os profetas lutavam contra a solenidade sem culto e os apóstolos, contra o culto sem solenidade.
É conhecida por exemplo a palavra do profeta Isaías contra a solenidade sem culto: “Não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene” (Isaías 1.13). É muito conhecida também, a palavra do apóstolo Paulo contra o culto sem solenidade: “Tudo deve ser feito com decência e ordem” (1ª Coríntios 14.40).
A solenidade sem culto provoca rejeição da parte de Deus: “Aborreço, desprezo as vossas festas, e com as vossas assembléias solenes não tenho nenhum prazer” (Amós 5.21). O culto sem solenidade pode escandalizar e afastar os incrédulos, a ponto de pensarem que os fiéis estão todos loucos (1ª Coríntios 14.23). E não adianta perguntar qual dos dois é pior: a solenidade sem culto dos judeus ou o culto sem solenidade dos cristãos. Os dois não agradam a Deus.
Por isso é preciso que exista a associação da solenidade com o culto. E também do culto com a solenidade. Só assim chegaremos mais perto de agradar a Deus.
A Bíblia diz: (Romanos 12.1-2"Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus".

reflexão - mais e mais

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Mais e Mais

Ninguém fica parado. Ou você anda para a frente ou você anda para trás. É mais e mais para cima ou mais e mais para baixo. Não dá para parar.
O entusiasmo é grande demais para parar no meio do caminho em direção à luz. A loucura é grande demais para parar no meio do caminho em direção às trevas.
Ou é de vitória em vitória ou é de derrota em derrota.
Ou você continua na prática da justiça ou você continua na prática da injustiça.
Ou você insiste na santidade ou você insiste na imundícia (Apocalipse 22.11).
É de glória em glória ou de fracasso em fracasso.
Se existe a linha do meio, que separa uma coisa da outra, ela dura apenas um segundo, ela dura o tempo suficiente para você engatar a primeira marcha ou engatar a marcha à ré.
Dá-se o nome de evolução quando a caminhada é para frente. Dá-se o nome de involução quando a caminhada é para trás. “A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Provérbios 4.18). A vereda do ímpio é como à luz do poente que vai brilhando menos e menos até ser noite fechada.
Se você está caminhando mais e mais para trás, dê um grito em direção a Deus e, com o auxílio Dele, vire subitamente para a frente e continue a andar. Desta vez na direção contrária, rumo à glória. E não pare mais. Prossiga em direção a Deus sempre mais e mais.
A Bíblia diz: (Filipenses 3.13-14"Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus".

reflexão - Cuidado com os Intervalos

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Cuidado com os Intervalos

No momento em que o profeta Samuel derramou sobre o filho caçula de Jessé o azeite que estava na botija, “daquele dia em diante o Espírito do Senhor se apossou de Davi” (1º Samuel 16.13).
O efeito daquela unção se fez sentir no resto daquele dia, no dia seguinte e nos dias subseqüentes. Isso significava auxílio, capacitação, comprometimento, direção e bênçãos sobre bênçãos.
Essa experiência nova teve começo, mas não tinha data de encerramento. Era daquele dia em diante, em meio à alegria e à tristeza, em dias de sol e em dias de chuva, em dias de largura e em dias de aperto. A não ser que o Espírito desistisse de Davi – o que era muito improvável – ou que Davi desistisse do Espírito – o que poderia acontecer.
E de fato aconteceu. Em meio a uma crise de comunhão provocada por um possível relaxamento ou por um período de autoconfiança demasiada, Davi pecou gravissimamente contra Deus e perdeu a plenitude daquela unção. Daí a oração do salmista, depois de ter caído em si: “Não me expulses da tua presença nem tires de mim o teu Santo Espírito” (Salmos 51.11).
Depois de algum tempo de muito sofrimento, as coisas voltaram ao normal.
Para quem está acostumado a ter o Espírito Santo, intervalos como esse de Davi são muito desagradáveis. Então cuidado com os intervalos. Eles podem se tornar tão prolongados que o período de encanto espiritual é que passa a ser o intervalo, e não o estado dominante.
Se, no presente momento, você está dentro de um desses intervalos, feche-o depressa.
Acertadamente o apóstolo Paulo nos aconselha: “Não entristeçam o Espírito Santo de Deus, com o qual vocês foram selados para o dia da redenção” (Efésios 4.30). Portanto, cuidado com os  intervalos. O melhor mesmo é permanecer contínuo na presença do Pai.
A Bíblia diz: (Salmos 105.4"Buscai o SENHOR e o seu poder; buscai perpetuamente a sua presença".

reflexão - A Plenitude do Novo

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A Plenitude do Novo

Novo professor, novo diretor, novo gerente, novo presidente, novo computador, novo carro, nova casa, nova estrada, novos empréstimos, novo remédio, nova aparência, novo perfume, novas amizades, novos livros, nova situação, novas regras, novas leis, novas soluções, novos métodos, novas estruturas, nova ideologia, nova religião, novas emoções.
Esse é o ideal escondido na alma de todo o mundo. O pior é que, quando o novo finalmente chega, ele logo envelhece e alimenta mais ainda a sede frenética de um outro novo.
Esse anseio incontido e insatisfeito pelo novo só acabará com a plenitude do novo.
Não é qualquer novo que satisfaz a alma humana. O próximo novo terá de ser perfeito para não envelhecer, para não perder o sabor, para não perder a beleza.
A plenitude do novo existe. Pode ser encontrada no cristianismo, no Evangelho, nas promessas de Jesus.
Chama-se de plenitude do novo o conjunto de coisas novas que estão em processo. Começa com o novo caminho em direção ao Santo dos Santos, que Jesus abriu com o seu sangue, isto é, com o seu sacrifício vicário (Hebreus 10.19-22; João 14.6).
Começa com o novo mandamento, que coloca o amor acima da lei, acima do dinheiro, acima da violência (João 13.44).
Começa com a nova aliança, que tomou o lugar da velha aliança que exigia tudo e não oferecia nada, que só amedrontava e barrava o crente de entrar na presença de Deus por causa de seu pecado (Mateus 26.28; 1ª Coríntios 11.25; Hebreus 8.6-13).
Começa com a nova criatura, aquele pecador que é interiormente transformado pela fé em Jesus, depois de ouvir a pregação das boas novas (2ª Coríntios 5.17).
A plenitude do novo se completa com a nova Jerusalém (Apocalipse 3.12; 21.2), e com os novos céus e a nova Terra (Isaías 65.17; 66.22; 2ª Pedro 3.13; Apocalipse 21.1), nos quais habitará a justiça.
E daí para frente nada mais será novo. Porque não haverá mais sede, não haverá mais fome, não haverá mais sonhos, não haverá mais utopias; não haverá desapontamentos, não haverá mais tédio, não haverá mais anseios.
A plenitude do novo encerra o ciclo que se caracteriza pelo cansaço da busca de um novo que nunca resolvia o problema da ansiedade humana e exigia sempre outro novo logo em seguida, que provocava o mesmo fastio. Junto com a plenitude do novo virá também novo cântico perante a presença de Deus (Apocalipse 14.3).
Esta é a plenitude do novo, que só acontecerá por meio da entrega de nossa vida nas mãos de Deus por meio de Jesus Cristo o seu Filho. E quando isso acontece, eis que tudo novo se faz.
A Bíblia diz: (João 3.3"A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus".

reflexão - Você não Sabe o Quanto Eu te Amo

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Você não Sabe o Quanto Eu te Amo

Imagine que é uma típica tarde de sexta-feira e você está dirigindo em direção à sua casa. Você sintoniza o rádio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância. E você ouve que, numa cidadezinha distante, morreram 3 pessoas de uma gripe, até então totalmente desconhecida. Você não presta muita atenção ao tal acontecimento e esquece o assunto.
Na segunda-feira, quando acorda, escuta que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia. Um grupo do Controle de Doenças dos Estados Unidos foi investigar o caso.
Na terça-feira, já é a notícia mais importante, ocupando a primeira página de todos os jornais, pois já não é só na Índia, mas também no Paquistão, Irã e Afeganistão. Enfim, a notícia se espalha pelo mundo. Estão chamando a doença de "La Influenza Misteriosa", e todos se perguntam: “Que faremos para controlá-la?”.
Então, uma notícia surpreende a todos: A Europa fecha suas fronteiras. A França não recebe mais vôos da Índia, nem de outros países dos quais se tenham comentado de casos da tal doença.
Por causa do fechamento das fronteiras, você está ligado em todos os meios de comunicação, para manter-se informado da situação e, de repente, ouve que uma mulher declarou que num dos hospitais da França, um homem está morrendo por causa da tal "Influenza Misteriosa". Começa o pânico na Europa.
As informações dizem que, quando você contrai o vírus, é questão de uma semana de vida. As pessoas têm 4 dias de sintomas horríveis e morrem.
A Inglaterra também fecha suas fronteiras, mas já é tarde. No dia seguinte, o presidente dos Estados Unidos fecha também suas fronteiras para a Europa e para a Ásia, para evitar a entrada do vírus no país, até que encontrem a cura.
No dia seguinte, as pessoas começam a se reunir nas Igrejas, em oração pela descoberta da cura, quando, de repente, entra alguém na Igreja, aos gritos: "Liguem o rádio! Liguem o rádio! Duas mulheres morreram em Nova York!". Em questão de horas, parece que a coisa invadiu o mundo inteiro. Os cientistas continuam trabalhando na descoberta de um antídoto, mas nada funciona.
De repente, vem a notícia esperada: Conseguiram decifrar o código de DNA do vírus. É possível fabricar o antídoto! Mas é preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que ainda não tenha sido infectado pelo vírus.
Corre por todo o mundo, a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto.
Você vai de voluntário com toda sua família, juntamente com alguns vizinhos, perguntando-se o que acontecerá? Será este o final do mundo? De repente, o médico sai gritando um nome que leu em seu caderno. O menor dos seus filhos está ao seu lado, se agarra na sua blusa, e lhe diz: “Pai! Esse é meu nome!”. E antes que você possa raciocinar, estão levando seu filho, e você grita: “Esperem!”. E eles respondem: “Tudo está bem! O sangue dele está limpo, e é sangue puro. Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto”.
Depois de cinco longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo. E é a primeira vez que você vê alguém rindo em uma semana. O médico mais velho se aproxima de você e diz: “Obrigado, senhor! O sangue de seu filho é perfeito, está limpo e puro, o antídoto, finalmente, poderá ser fabricado”.
A notícia se espalha por todos os lados. As pessoas estão orando e rindo de felicidade. Nisso, o médico se aproxima de você e de sua esposa, e diz: “Posso falar-lhes um momento? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho”.
Quando você está lendo, percebe que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar, e você pergunta: “Mas, qual a quantidade de sangue que vão usar?”. O sorriso do médico desaparece e ele responde: “Não pensávamos que fosse uma criança. Não estávamos preparados... Precisamos de TODO o sangue de seu filho...”. Você não pode acreditar no que ouve e trata de contestar: "Mas... mas...”. O médico insiste: “O senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro! Por favor, assine! Nós precisamos de TODO o sangue de seu filho!”.
Você, então, pergunta: “Mas vocês não podem fazer-lhe uma transfusão?”. E vem a resposta: “Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!”. Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, você assina.
Perguntam-lhe: “Quer ver seu filho agora?”. Você caminha na direção da sala de emergência onde se encontra seu filho, que está sentado na cama, e ele com os olhos cheios de lágrimas, diz: “Papai!? Mamãe!? O que está acontecendo? O que vão fazer comigo?”. Você segura na mão dele e fala: “Filho, sua mãe e eu lhe amamos muito e jamais permitiríamos que lhe acontecesse algo que não fosse necessário, você entende?”.
O médico regressa e diz: “Sinto muito senhor, precisamos começar, gente do mundo inteiro está morrendo, o senhor, por favor, pode sair?”. Nisso, seu filho pergunta: “Papai? Mamãe? Por que vocês estão me abandonando?”. E é a última vez que você vê seu filho com vida.
Na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar e homenagear o seu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, e outras não vêm, porque preferem fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol na TV. E outras até vêm, mas como se realmente não estivessem se importando.
Aí você tem vontade de parar e gritar: “MEU FILHO MORREU POR VOCÊS! VOCÊS NÃO SE IMPORTAM COM ISSO?”.
Talvez isso seja o que DEUS quer nos dizer: “MEU FILHO, JESUS, MORREU POR VOCÊS! VOCÊS NÃO SABEM O QUANTO EU OS AMO?”.
Querido leitor, Deus preferiu entregar o seu próprio filho à morte, a viver sem você. Pense nisso!
A Bíblia diz: (João 3.16"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna".

reflexão - Milagres não Solicitados

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Milagres não Solicitados

A lista de milagres estranhamente não solicitados é enorme.
Estamos deixando o tempo passar, as coisas se agravarem e a tristeza aumentar, mas não temos coragem de clamar por certos milagres.
Somos incentivados a orar pelo milagre da cura de doenças incômodas ou terminais; somos incentivados a orar pelos milagres da prosperidade e por outros milagres sensacionalistas.
Mas existe um milagre chamado conversão.
O milagre da conversão é quando o coração de carne toma o lugar do coração de pedra.
O milagre da conversão é quando o pecador descobre que é pecador e chora na presença de Deus.
O milagre da conversão é quando a fé no sacrifício vicário de Jesus desponta e se apodera daquele que quer ser perdoado de seus pecados.
O milagre da conversão é quando alguém se despe do velho estilo de vida e adota outro estilo de vida.
O milagre da conversão é quando a pessoa assume um compromisso privado e público com Jesus Cristo.
O milagre da conversão é quando alguém é libertado e arrancado do império das trevas e transportado para o Reino de Deus (Colossenses 1.13).
Esse é um milagre e tanto. Porque são poucos os que acertam com a porta estreita (Mateus 7.14).
Enquanto o milagre da cura, que também glorifica a Deus, traz benefícios exclusivamente para a vida terrena, o milagre da conversão diz respeito a esta vida e à vida que há de vir.
Outro milagre não solicitado é o milagre da vitória sobre a natureza pecaminosa. Existem cristãos por aí que não conseguem se livrar de sua carga de pecado. Eles continuam experimentando derrotas, fracassos e vexames. Eles são dominados pelo ciúme, pela inveja, pelo ódio, pela explosão de gênio, pela impudicícia. Eles são dominados pela mentira, pela murmuração, pela contenda, pelo mau uso da língua, pela bebedeira, pela soberba, pela injustiça, pela difamação e por outros vícios.
Eles andam na carne e não no Espírito. E pelo tempo decorrido, deveriam ser mestres, mas ainda são crianças em Cristo (Hebreus 5.11-14).
O milagre da vitória sobre o pecado lhes seria muito bom, pare eles e para a Igreja de Cristo. E esse milagre é possível. Precisa ser solicitado com muita vontade e com muita insistência.
Existem casais que se desentenderam, vivem um verdadeiro inferno no lar. Separados dentro de casa, estão para se separar legalmente. Não se amam mais ou não sabem mais como expressar esse amor. Preocupam-se com a sorte dos filhos, mas não vêem a menor possibilidade de salvar o casamento. Estão arrastando o problema que, a cada dia, mais se agrava. A situação está insuportável e parece irreversível. Só um milagre poderá interromper o processo e trazê-los de volta ao contentamento conjugal.
Esse milagre existe. É o milagre da restauração do matrimônio. Se Deus pode curar alguém do câncer de próstata ou um portador do HIV, por que esse mesmo Todo-Poderoso, Deus não pode tornar a dar beleza e alegria ao matrimônio? É preciso orar pelo milagre da restauração do matrimônio. Este também tem sido um dos milagres não socilitados.
Precisamos de ousadia para orar pelo milagre da conversão, pela milagre da vitória sobre o pecado e pelo milagre da reconciliação conjugal, milagres que – para desgraça nossa – geralmente não são solicitados ou são pouco solicitados.
A Bíblia diz: (Tiago 4.2-3"Cobiçais e nada tendes; matais, e invejais, e nada podeis obter; viveis a lutar e a fazer guerras. Nada tendes, porque não pedis; pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres".