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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Símbolo de Agni



Deus do fogo, Agni é um deus hindu cujo nome em sânscrito - língua antiga falada da Índia - significa, justamente, “fogo”.

A esse deus, que é filho de Shiva (deus supremo da fé hindu) é atribuída a essência da existência - a própria força vital - das árvores e plantas. Tanto apresenta capacidades sombrias e destrutivas, como de compaixão, amizade e proteção. Assim, ao passo que devora suas vítimas sem piedade, ele é também considerado protetor da humanidade.

Agni é a personificação de todos os tipos de fogo: o fogo divinizado (o Sol), bem como do fogo terrestre. A pira funerária é uma referência a esse deus, que tem a responsabilidade de conduzir os mortos para o julgamento final.

Embora seja um importante deus hindu, está presente também em outras seitas.

Representação
Há várias formas de representação desse deus. Entre elas, o deus Agni pode ser representado com uma ou duas cabeças e quatro braços. Ele pode carregar um tridente - símbolo solar - nas mãos, e estar sentado ou montado em um carneiro ou em um bode ou, ainda, pode aparecer sentado em uma carruagem puxada por sete cavalos.

Sua pele é, geralmente, negra e seus cabelos são sempre flamejantes.

Símbolo de açucena



A açucena é uma flor que simboliza a nobreza, a altivez, a distinção, a elegância e está relacionada ao deus Apolo.

Apesar de ter origem síria ou persa, as açucenas são muito encontradas na América do Sul. ​

Açucena

No Brasil, as açucenas vermelhas e brancas são muito presentes nas decorações de Natal e, no dia das mães, costumam ser das plantas mais populares vendidas nas floriculturas.

Por outro lado, segundo a cultura popular, as açucenas são flores que simbolizam a saudade, a angústia, a tristeza, e frequentemente estão associadas a perda de um amor.

Simbologias associadas à flor de açucena
De acordo com a mitologia grega, a flor da açucena simboliza altivez, elegância e está relacionada ao deus Apolo.

As flores brancas - e as açucenas não fogem à regra - costumam simbolizar pureza, castidade e virgindade.

Os cristãos frequentemente costumam plantar três açucenas em um mesmo vaso para simbolizar a Santíssima Trindade.

Propriedades curativas da flor

É sabido há séculos que as plantas da família Amaryllidaceae possuem propriedades medicinais. Quatro séculos a.C. Hipócrates já utilizava óleo de Amaryllis para tratar tumores no útero.

Na Bíblia também se encontra relatos de preparos de Amaryllis para curar as mais diversas doenças.

Os índios latino-americanos usavam as plantas para fazer cataplasmas cura-feridas ou ferviam as flores de modo a preparar um chá para apaziguar dores no estômago.

Saiba mais sobre a simbologia de outras flores:

Flor de Cerejeira
Flor de Lis
Flor de Lótus
Rosa
Açucena para além da flor
Açucena também é um nome próprio variante de Susana, que vem do hebraico Shushannah (Shus significa “açucena, lírio branco” e hannah quer dizer “graça”).

Açucena Cheirosa é uma canção do compositor Luiz Gonzaga. Açucena, por sua vez, é também uma composição de Ivan Lins. Recebeu o mesmo título uma música de Amadeu Cavalcante.

Açucena é igualmente um município de Minas Gerais que reúne ‎9.997 habitantes. ​

Características gerais da planta

Conhecidas popularmente pelo nome flor-do-imperador, seu nome científico é Hippeastrum hybridum pertencente à família Amaryllidaceae, que possui 72 gêneros e abrange cerca de 1.450 espécies.

A família Amaryllidaceae está presente em diversas regiões do Brasil representada pelos gêneros Amaryllis, Hippeastrum, Crinum, Zephyranthes, Eucharis, Habranthus, Worsleya, Griffinia e Rodophiala.

O gênero Hippeastrum é, por sua vez, representado por 31 espécies, as mais famosas são conhecidas popularmente como lírios, tulipas e açucenas.

Trata-se de uma planta bela e facilmente cultivável em diferentes climas e em qualquer mês do ano, por esses motivos ela é facilmente encontrada.

As açucenas também têm alta durabilidade - como se trata de uma herbácea -, a planta tende a viver por muito tempo quando é cultivada diretamente no solo.

As flores, que sempre possuem seis pétalas, podem apresentar algumas tonalidades distintas entre o vermelho, o salmão, o rosa e o branco.

Símbolo do abutre



O abutre possui um simbolismo antagônico por estar relacionado tanto à vida como à morte. O abutre é o símbolo da morte na cultura Maia. Mas como o abutre se alimenta de carne pobre de cadáveres em decomposição, o abutre também simboliza a regeneração das forças vitais, é um purificador que garante um ciclo de renovação.

Simbologias de abutre

De acordo com o simbolismo cosmológico, o abutre está relacionado tanto à água como ao fogo. O abutre, por transmutar a morte em nova vida, rege as tempestades da estação que acaba com a seca e renova a vegetação, figurando como uma divindade de abundância.

O abutre está relacionado também ao fogo celeste, que é purificador e ao mesmo tempo fecundante. Para algumas culturas antigas indígenas da América do Sul, o abutre foi o primeiro a possuir o fogo, possui a sabedoria divina, é puro.

Diz-se também que o abutre é o mais rico dos animais, pois somente ele conhece o poder verdadeiro de triunfar sobre a morte, transformando-a em vida.

No antigo Egito, a figura do abutre está relacionada com a fertilidade e a abundância. O abutre, na arte egípcia, simboliza o poder das mães celestes de absorver a morte, o cadáver, e devolve-lhes a vida, simbolizando, deste modo, o ciclo eterno da transmutação da morte e da vida.

Símbolo da abóbora



A simbologia da abóbora possui uma ambivalência de sentidos. Por um lado, é associada à distração e a estupidez, por outro, é associada à inteligência. A cabaça da abóbora é comumente utilizada como ornamento, nesta perspectiva há vários símbolos que na crença oriental relacionam à cabaça da abóbora a algo inútil, enquanto as suas sementes são associadas á sabedoria.
Devido a imensa quantidade de sementes, ou pevides, a simbologia da abóbora também está relacionada à fecundidade e abundância. Em regiões do norte do Laos, acreditava-se que os povos nasceram de abóboras.
A abóbora é também considerada símbolo de regeneração e fonte de vida. É muito comum, no Oriente, o consumo das sementes de abóbora em rituais de renovação espiritual durante o equinócio da primavera.
A abóbora também está muito presente nas festividades de Halloween.

Halloween

​A abóbora, nos tempos mais recentes, acabou por se tornar o principal símbolo do Halloween. No Halloween as cabaças de abóbora são usadas para decorar as festas e até como fantasia. Da cabaça da abóbora, faz-se uma cabeça iluminada com vela dentro.
O uso da abóbora como símbolo do Halloween, segundo conta a história, foi completamente ocasional. O Halloween é uma festividade de origem celta, e como tal tinha os seus próprios rituais e elementos simbólicos, além de lendas e crenças que envolviam as festividades. Uma delas era a lenda de Jack-o'-lantern, um espírito amaldiçoada que andava perdido pela terra, sem permissão para entrar nem no céu e nem no inferno, vagueando pela escuridão das noites iluminada apenas por uma lanterna feita de um nabo com um carvão em brasa.
Com a imigração dos Irlandeses para os Estados Unidos, a festa de Halloween passou por adaptações e o nabo foi substituído pelo abóbora, legume mais comum nesta época do ano nos Estados Unidos. Assim, a abóbora passou a ser usada e associada ao Halloween, principalmente para ornamentação, sem nenhum significado simbólico especial.

Simbolo da abelha



abelha simboliza a imortalidade, a ordem, a diligência, a lealdade, a cooperação, a nobreza, a alma, o amor e a dor. Algumas características marcantes desses insetos os quais buscam o pólen das flores para produzir seu alimento, são: a organização, o labor e a disciplina.

Abelha Mestra

abelha mestra é a matriarcal de uma comunidade de abelhas, uma vez que a vida na colmeia gira em torno de sua existência. Feito essa consideração, a abelha mestra simboliza a realeza, a maternidade, a fertilidade posto que já esteve associada à Virgem Maria.

Abelha no Antigo Egito

A abelha era um símbolo da realeza no Antigo Egito e acreditava-se que esse inseto voador havia sido gerado a partir das lágrimas de , o deus-sol egípcio. Assim, símbolo real e solar, sua imagem mais difundida é como de símbolo da alma, aquela que purifica pelo fogo e nutre com o mel.

Abelha na Grécia

Associada à Deméter, a "deusa mãe", da agricultura e da colheita, a abelha, para os gregos, simboliza a alma, seja aquela que sai do corpo ou aquela que desce ao inferno. Segundo, o filósofo grego Platão, “A alma dos homens sombrios reencarnam sob forma de abelha.”

Abelha no Cristianismo

A abelha no cristianismo simboliza a luz, a lealdade, a diligência, a ordem e a colaboração, e ainda adoçam com seu produto, ou seja, o mel. Ademais, os opostos bem/mal, também se encontram simbolizados nela uma vez que o mal encontra-se simbolizado pelo ferrão e o bem pelo mel.
Da mesma maneira, a abelha é considerada um emblema de Cristo, uma vez que ele por um lado, possui um grande doçura e misericórdia, associadas ao mel; e, por outro, a justiça, representado pelo ferrão da abelha. Não obstante, por sua vez, as operárias da colmeia simbolizam o servo de Deus, o leal, ordeiro e diligente.

Abelha no Hinduísmo

No hinduísmo, a abelha está associada com Kama, o deus do amor, representado por um jovem montado num papagaio, que carrega um arco e flecha, o fio do arco é feito por abelhas pode ser associado ao cupido e simboliza a dor e o amor.

Colmeia

Símbolo de imortalidade na Grécia, visto que as colmeias possuíam a forma de túmulos. Além disso, é símbolo da maçonaria ela representa a cooperação e a ordem.